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| De Olho nos Estados Unidos |
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Estudar em universidades entre as melhores do mundo e viver no país mais desenvolvido do planeta é uma vontade que muitos jovens têm, mas poucos encontram informações úteis e confiáveis acerca do assunto. Assim, diversos estudantes não recebem o estímulo necessário para enfrentar o desafio de ir morar nos Estados Unidos.

Objetivando oferecer um panorama sobre os trâmites para admissão em faculdades do país de Barack Obama e a vida do estudante durante e após a graduação, o Coordenador de Língua Inglesa e Assuntos Internacionais, Prof. José Olavo de Amorim, convidou Felipe Fonseca, da agência Daquiprafora, para oferecer explicações para pais e alunos sobre a obtenção de bolsas de estudo. O evento ocorreu no dia 13 de agosto.
Felipe Fonseca explicou a importância de os candidatos a bolsas de estudo terem algum talento acadêmico ou esportivo. Além disso, falou sobre os programas de estágio após a graduação e a concessão de vistos de trabalho, citando inclusive sua própria experiência como estudante. O palestrante utilizou a história de sucesso de jovens que já foram aos Estados Unidos por meio da Daquiprafora para ilustrar o conteúdo tratado. Fonseca esclareceu as dúvidas das mais de cinquenta pessoas presentes e declarou que o foco de seu trabalho é encontrar a universidade adequada para cada estudante (nos aspectos acadêmico, geográfico e esportivo) e cuidar da parte burocrática, deixando aos jovens apenas a tarefa de estudar para os exames de admissão.
O Prof. Olavo Amorim ficou satisfeito com o aproveitamento do encontro. “Existem muitas universidades excelentes, mas que os alunos não consideram por desconhecer as instituições que não sejam de elite”, revelou. O coordenador também comentou a curiosidade dos alunos. “Vejo um crescente interesse dos alunos pelos estudos no exterior, o que é muito bonito. Quanto mais cedo tiverem acesso às informações sobre o assunto, melhor será a tomada de decisões”. Felipe Fonseca ressaltou um aspecto dos estudos nos Estados Unidos para o qual poucos atentam. “A experiência e a vivência internacionais valem até mais do que o renome da universidade escolhida”, sinalizou. |
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