| Construção de um sonho Direito GV : inovação, métodos, pesquisa, docência Autores: Antonio Angarita (coordenação), Diego Rafael Ambrosini, Natasha Schmitt Caccia Salinas Editora: Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas
No mesmo ano em que forma sua primeira turma de graduação, a Direito GV teve a iniciativa de publicar este livro, que narra a história de sua criação e desenvolvimento. Os passos iniciais foram dados no ano 2000, com o estabelecimento de seu programa de educação continuada e de especialização. A partir daquela data, a Escola passou a ofertar cursos de extensão e de pós-graduação lato sensu, ao mesmo tempo em que construía as bases para a implementação de seu principal projeto - o curso de graduação em Direito. Em 2005 - quando ingressaram os alunos que hoje figuram como os primeiros formandos da Direito GV -, o "sonho" de instituir um curso de graduação de excelência torno-se realidade. A essas realizações somou-se, ainda, o Programa de Mestrado na área de Direito e Desenvolvimento, em funcionamento desde 2008.
Diego Ambrosini e Natasha Salinas
Relatório de Atividades 2009: Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas - Direito GV Editora: Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas
Este documento apresenta os principais resultados obtidos pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas em 2009 e inaugura uma rotina de prestação de contas a toda a sociedade a respeito das atividades desenvolvidas pela comunidade acadêmica da DIREITO GV.
O Brasil holandês (1630-1654) Organizador: Evaldo Cabral de Mello Editora: Penguin-Companhia das Letras ISBN 978-85-63560-00-1
O Brasil holandês dá voz aos trechos mais importantes dos livros, crônicas, documentos e cartas do domínio holandês no Brasil (1630-54), desde as primeiras invasões até a derrota e expulsão dos batavos. Fontes primárias para o entendimento de um dos mais ricos períodos da história brasileira, os textos foram selecionados e comentados pelo historiador Evaldo Cabral de Mello, uma autoridade no período.
Nassau: governador do Brasil holandês Autor: Evaldo Cabral de Mello Editora: Companhia das Letras ISBN 85-359-0792-0
João Maurício de Nassau-Siegen foi um homem de Estado de qualidade excepcionais entre os governantes coloniais do Brasil. Contratado pela Companhia das Índias Ocidentais, ele chega ao Recife em 1637 para ser o governador, capitão e almirante-geral do Brasil holandês. Instaura o livre-comércio, permite na prática a liberdade de culto, edifica palácios, parques, pontes urbaniza a cidade e revitaliza a economia açucareira. Nassau estende o domínio holandês do rio São Francisco, na Bahia, até o Maranhão, e, do outro lado do Atlântico, a Angola e São Tomé. É desses feitos que se alimenta a idéia de que Nassau encarnaria uma alternativa progressiva ao projeto colonial português. Mas, como mostra Evaldo Cabral de Mello, a empreita holandesa no Nordeste se apoiou desde sempre no tráfico de africanos, na escravidão e na monocultura da cana-de-açúcar. As instituições republicanas da metrópole não tinham lugar nos trópicos. |